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Cabelo Loiro

por O Idiota, em 22.01.14

   Conheço várias pessoas com cabelo loiro, ou pelo menos penso que o cabelo dessas pessoas é loiro, pois este pode não ser loiro mas sim louro, pode ser d’oiro ou d’ouro, pode ser palha ou batata frita, pode ser amarelo que também é catita…

   Pessoalmente acho as pessoas com cabelo loiro que parece palha e olhos azuis, um pouco sem cor, não têm contrastes, mas também, ninguém liga à minha opinião, provavelmente por esta não ter telemóvel. Por outro lado, já me veio à cabeça a possibilidade de não existirem pessoas com cabelo loiro, louro, ou qualquer outra treta que lhe queiram chamar, mas sim existirem pessoas com cabelo castanho, mas um castanho muito, mas mesmo muito, clarinho, tal como existem pessoas com o cabelo castanho tão escuro que mais parece preto, ou então o suposto loiro, louro, blá blá blá poderá apenas ser branco, sim branco, pessoas com cabelo branco, um branco sujo, provavelmente não lavam o cabelo há muito tempo e este ficou com uma cor caraterística… No meio de toda esta história, algo me intrigou, porque é que existe loiro e louro?! Oiro e ouro?! Toiro e touro?! Não basta uma palavra para cada?! Porquê mudar uma letra? Para isso também podemos passar a dizer que um ramo é um remo e que um remo é um ramo, a capital de Itália pode passar a ser Rima e nos poemas existirem romas, podemos ir passear com a multa e a andar de carro apanharmos uma malta, porque não?! O critério não é o mesmo?

   Será que no meio disto tudo, o “i” e o “u” não ficam cansados, aborrecidos, ou até mesmo enjoados por andarem sempre a trocar de lugar? Algumas pessoas poderão até “ficar sem palavras” ao ler isto, então porquê desperdiçar palavras trocando apenas uma letra, enquanto podíamos criar novas palavras que esses pseudo-mudos possam usar em vez de, ironicamente dizerem, “fiquei sem palavras”. Alguém tem de fazer alguma coisa ou cousa, porque tanta possibilidade confunde-me os neurónios!

O Idiota

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publicado às 22:04


Um Casaco Preto

por O Idiota, em 21.01.14

   Há um casaco preto à minha frente, está a olhar para mim, mesmo sem ter olhos, não é comprido, mas assenta bem, a camisa por baixo dele precisa de ser engomada e essa sim é comprida, até demais. Estão preto no branco como o Yin e o Yang, tirando que com a pouca luz da sala e com as calças vermelho/grená a camisa parece rosa, um rosa claro, mas rosa.

   Confunde-me que o preto do casaco tanto possa ser considerado cor como a ausência desta, apesar de ser um preto algo “metalizado”, continua a ser considerado ausência de cor? O estilo motoqueiro do casaco combina com o cabelo longo que podia ficar bem numa atriz que tenha de andar de mota, cabelo ao vento, casaco de motoqueiro, camisa por engomar, calças de cor indefinida e botas chiques, o normal visual de um motoqueiro da pesada.

   Passadas nove horas desde a última palavra, aqui está de novo a imaginação, mas já sem o casaco zarolho a olhar para mim, sendo este zarolho será que vê mesmo alguma coisa? Ou só olha por olhar? Será que o tal casaco preto considera o preto uma cor? Ou é algo mais “científico” e considera o preto uma ausência de cor? Não percebo mesmo, se o preto é realmente ausência de cor, porque é que na gíria todos o tratam por “cor”, será algum plano de um governo qualquer, provavelmente africano, para confundir as pessoas e depois pedir dinheiro para explicar tim tim por tim tim?! Já agora, um aparte, “tim tim por tim tim” é com “m” ou com “n”? Não faço a mínima das ideias… Voltando ao preto, será que este não se sente algo triste por ser constantemente confundido com uma cor, cor esta provavelmente muito escura?! Eu pelo menos ficaria triste se fosse confundido com uma pessoa igual a mim, só que um nadinha mais clara…

   Será que estamos a enfurecer o preto e um dia destes ele se atira a nós vindo da maior das escuridões?! Ou então e se afinal não existir qualquer tipo de ausência de cor e todos os fatos científicos acerca disto estiverem errados? Só sei que neste momento começo a ter medo de ser humano e/ou cientista, pois o apocalipse do preto está perto, mas a indefinição das pessoas continua.

O Idiota

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publicado às 18:37


Olá

por O Idiota, em 21.01.14

   Olá olá!

   Sinceramente, não sei como devo começar com isto, mas acho que esse é um problema que afeta muitas pessoas, têm grandes ideias, mas não sabem como lhes dar um início. Sendo que não sabia como começar, arranjei uma maneira fácil, dizer "olá", uma saudação que usamos todos os dias, também podia ter dito "oi" ou "hey" mas isso é demasiado estrangeirado-adolescente, sendo que preferi algo à moda dos tugas.

   Pelo que sei, sou só mais uma pessoa a pensar em entrar neste mundo repleto de opções, como gosto de escrever e como me safo razoavelmente bem nas crónicas, decidi que esse seria o caminho a tomar, caminho esquisito pois não terei de caminhar, apenas ficar sentado onde estou a escrever sempre no mesmo teclado, já esperando uma mudança de computador ou de localização para poder fazer uma crónica a dizer "ah, afinal as coisas não são bem assim e acabei mesmo por percorrer um caminho" ou algo estúpido do género. Tentarei pôr um pouco de seriedade e humor ao mesmo tempo nas minhas crónicas, sendo que pode sair algo genial ou algo absurdo, esperemos para ler.

   Nunca ninguém me chamou idiota, pelo menos que me lembre, e penso que me auto-intitular de idiota é uma maneira de tentar ter ainda mais ideias, espero que dê resultado, se não acabarei mesmo por fazer figura de idiota.

   Espero que gostem,

   O Idiota

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publicado às 13:03

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